terça-feira, 6 de maio de 2014

Cores, sabores e fogueira de vaidades




Se antes já me parecia, agora se confirma a ideia que tinha do México como um lugar colorido: não só as roupas, mas as casas, a comida, as luzes da cidade do México nos monumentos (dignos do nome). Estou completamente encantada com o DF (como chamam a capital que se conurba com outras várias cidades da zona metropolitana).


Monumento à Revolução (com as amigas do DF)

Zócalo, o principal ponto do centro histórico

 É tudo muito vivo. A começar pela comida: comi uma coisa que achei prudente perguntar pelo nome depois. Era crocante e tinha antenas: chapulines, como o colorado. Depois descobri que eram como minigafanhotos muito gostosos. Se você é fresco/a com comida, não vá ao México. Seus anticorpos podem não estar preparados. Eu particularmente to gostando bastante, principalmente porque tudo é picante, até quando dizem que não é. Melhor dos mundos pra baiana.


Quesadillas "grasentas" (fritas como pastel)

O novo e o velho estão sempre convivendo

Close up nas quesadillas à prova de gente fresca





Agora que vim para o congresso aqui em Toluca as coisas me parecem um pouco mais cinzas. De volta aquela sensação de aeroporto, congresso em hotel “plaza imperial“, formalidades e um certa dose de puxasaquismo que me irritam profundamente. Felizmente uma amiga da graduaçao e uma professora argentina foram como uma boia de simpatia nesse oceano de vaidades. Deusmelivre de precisar de 5 pessoas pra carregar meu ego como véu de noiva.


A Lupita (Virgem de Guadalupe) está em todos os lugares



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